Família e Princesas é um blog pessoal de uma família normal que vive e sobrevive neste país, um pequeno diário que fala no dia-a-dia de pais, filhas e animais de estimação...

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Foi diagnosticado diabetes gestacional  á mamã, vou colocar aqui um artigo com algum interesse sobre esse tema.



Diabetes na gravidez

A glicose é a principal fonte de energia do nosso corpo; é removida da corrente sanguínea para dentro das células, pela ação de uma substância chamada insulina (produzida pelo pâncreas).
Por defeitos na sua produção ou na sua ação, a insulina pode deixar de “funcionar”. Diabetes é a doença caraterizada pelo aumento da glicose (açúcar) no sangue, provocado por causa desse defeito.
O aumento da glicose sanguínea pode levar a um perfil de risco para o desenvolvimento de problemas nos vasos sanguíneos. Consequentemente, esses problemas podem prejudicar órgãos como o coração, os rins e ainda a visão.
Dependendo dos defeitos que a insulina tenha existem diferentes tipos de diabetes: Diabetes Mellitus tipo 1 (a insulina não é produzida, ou é produzida mas em baixa quantidade) – normalmente aparece na infância e na puberdade; Diabetes Mellitus tipo 2 (há uma resistência à insulina) – surge na idade adulta ou, mais recentemente, tem aparecido em crianças e adolescentes obesos; e a Diabetes Gestacional que ocorre durante a gravidez. Estes são os tipos mais comuns de diabetes!
Enquanto a Diabetes Mellitus tipos 1 e 2 são doenças crónicas que necessitam de tratamento e controlo para o resto da vida, a Diabetes Gestacional é específica do período da gravidez.
No entanto, em alguns casos a Diabetes Gestacional pode evoluir para uma Diabetes Mellitus do tipo 2.
As mudanças nos níveis hormonais da mulher durante a gestação levam a um aumento dos níveis de glicose no sangue, para que a oferta de energia seja suficiente para ela e para o bebé. Essas alterações hormonais podem piorar a diabetes que já existia antes.
As mulheres que já estão diagnosticadas com Diabetes Mellitus (tipo 1 ou 2) antes de engravidar precisam de manter um controlo ainda mais rígido da sua doença do que já fariam habitualmente.

Diabetes Gestacional

Pode ocorrer em mulheres que não eram diabéticas antes de engravidar.
Deve-se ao efeito das hormonas que aumentam a glicemia (glicose sanguínea) e a uma resistência à ação da insulina.
Os altos níveis de glicemia podem  afetar o desenvolvimento do feto:
  • crescimento fetal excessivo
  • atraso no amadurecimento dos pulmões
  • mal formações
  • maior risco de problemas como a baixa de glicose (hipoglicemia), baixos níveis de cálcio e de magnésio.
Existem alguns fatores que podem aumentar a probabilidade da mulher desenvolver esta condição:
  • obesidade
  • idade acima de 35 anos
  • síndrome dos ovários policísticos
  • diabetes gestacional em gravidez anterior
  • história familiar de diabetes
O diagnóstico de diabetes gestacional é feito com o exame de glicemia e todas as grávidas devem fazer o teste da glicemia em jejum! No entanto, só este teste muitas vezes não é suficiente. É necessário fazer uma curva de tolerância oral à glicose (consiste no doseamento da glicemia várias vezes após a ingestão se uma solução açucarada).
A prevenção ou tratamento é feito com uma alimentação um pouco mais restrita no que diz respeito a açúcares simples, exercício físico moderado adequado à gravidez e, quando necessário, injeções de insulina ou outros medicamentos.
É muito importante ser seguida pelo seu médico ou nutricionista.

13 meses:

Consegue largar rapidamente os objectos que tem na mão. Aguenta-se de pé sozinho e consegue dar passos sem apoio.
Estimule:

Forneça-lhe lápis e papel para que possa riscar e rasgar o papel. Incentive-o a dar passos em sua direcção e faça-o sentir que alcançou algo de muito especial. Pode comprar-lhe brinquedos altos para o incentivar a estar de pé e a dar passos.
15 meses:

Gosta de folhear um livro de vestir algumas peças sem ajuda. É capaz de segurar uma chávena e beber por ela derramando pouco liquido. Ajoelha-se e baixa-se para se sentar. Sobe escadas de gatas. Dá passos muito inseguros.
Estimule:

Ensine-o a folhear as paginas de um livro. Tenha paciência quando ele quer vestir-se sozinho e ajude-o nessa tarefa. utilize brinquedos que possam emitir sons. Construa muitas torres com cubos. Brinque com bolas jogando com os pés. Arranje-lhe uma cadeira onde ele possa sentar-se sozinho e levantar-se.
18 meses:1ano

Desenvolve movimentos mais precisos, tem atracção por fechos de correr e outras coisas semelhantes. Gosta de subir escadas de gatas, gosta de correr mas ainda cai com alguma frequência.
Estimule:

Rodar é um movimento complexo para o cérebro e para os músculos por isso utilize actividades tais como deixá-lo brincar com as maçanetas da porta, fecho de correr, discar nos telefones antigos ou de brinquedo. Ofereça-lhe brinquedos que lhe possibilite rodar, voltar, deslizar, discar, o qual requerem muita prática. Ensine-o a sentar-se sem cair ou cair bem. Exercite os músculos da anca e do joelho.

Fonte: http://www.net-bebes.com/
O Papel do Pai apresenta uma importância extrema no acompanhamento da Mãe durante a gravidez e depois do nascimento do Bebé, mas a sua importância é muitas vezes descurada, no sentido de ser exigida atenção, “paciência”, responsabilidade e dedicação, esquecendo-se de que o Pai também se encontra em adaptação e necessita de todo o apoio possível. Inclusivamente, a Depressão Pós-Parto, perturbação descrita apenas no sexo feminino, é cada vez mais frequente no sexo masculino, dadas as dificuldades existentes de adaptação à mudança inerentes ao nascimento.

Especificamente em relação ao papel do pai, é fundamental, sempre que possível, o acompanhamento de todas as consultas e exames da mãe, bem como a frequência de cursos de preparação para o nascimento. Estes ajudam no esclarecimento de dúvidas, na adaptação à nova situação e no ensino da preparação para o nascimento propriamente dito.

Uma outra dificuldade com que o pai se depara é com o aumento de sensibilidade da mãe, com a possibilidade de crises de choro, com a instabilidade emocional e com uma maior necessidade de protecção. Neste sentido, é ideal que as manifestações de afecto sejam recíprocas, pois o pai também sente necessidade de afecto e de compreensão.

Por vezes a presença frequente do pai é difícil de cumprir, mas o toque na barriga da mãe ao chegar a casa, o falar para ela com um tom de voz terno e tranquilo, são compensatórios dessa ausência, de tal forma que o bebé, depois de nascer, reconhece a voz do pai e transmite emoções positivas nessa situação.

O parto propriamente dito é alvo de variadíssimas discussões, desde a presença ou não do pai, à ajuda que pode desempenhar durante o mesmo. Neste sentido, a presença do pai no parto deve ser discutida entre o casal antes do nascimento, sendo de comum acordo e nunca deve ser uma decisão a tomar no momento exacto do nascimento. Esta atitude vai causar instabilidade e aumento dos níveis de ansiedade, quer do pai, quer da mãe.

Os cursos de preparação para o nascimento são óptimos no ensino de estratégias a aplicar no nascimento, quer ao nível das contracções, quer ao nível do relaxamento, daí a importância da frequência dos cursos pelo casal.

Ao chegar o momento do nascimento, é importante que seja o pai a levar a mãe para a maternidade, quer pelo facto de permitir mais tranquilidade, quer pelo facto de mais pessoas não interferirem no momento. Também a partilha do nascimento deve ser feita mais tarde, quando o bebé estiver quase a nascer, evitando desta forma a interferência no momento do nascimento.

O corte do cordão umbilical pode ser feito pelo pai, devendo ser combinado com alguma antecedência com o médico que fará o nascimento. Este momento é de extrema importância, é o momento em que desliga o filho da mãe para um novo mundo. Sempre que possível, é muito importante que o pai passe a noite da maternidade, pois é a primeira noite a três, na partilha de novidades e de emoções.

Também o primeiro banho do recém-nascido pode ser dado pelo pai, mas se optar por acompanhar a mãe, ao chegar a casa tem todo o tempo para o fazer e fazer dos banhos seguintes o primeiro.

Ao regressar a casa, o pai tem a tarefa difícil de limitar as visitas, principalmente na primeira semana após o nascimento. A tranquilidade do casal e do bebé é mais importante do que o receio em magoar as visitas, as quais poderão realizar a visita mais tarde.

Ao longo do tempo, a adaptação do casal vai sendo cada vez mais simples e encarada de forma mais optimista, mas claro que cuidar de um ser humano será sempre uma dia-a-dia de dedicação pelo outro, sem ter nunca de deixar de existir um casal. O casal terá sempre a mesma vivência, desde que encare o nascimento como uma nova etapa e um novo acontecimento inerente à sua vivência.

Fonte: bebevirtual.com
1. Faça a sua própria pesquisa
Estar bem informada é meio caminho andado para um parto mais tranquilo. Zita West, a famosa parteira britânica autora de vários best-sellers sobre fertilidade, gravidez e parto, diz, no livro «Cuidar do bebé antes do nascimento» (Civilização Editora), que «a familiaridade» da mulher com «os padrões de comportamento em cada fase do parto dá-lhe uma melhor compreensão do que se está a passar com o seu corpo e como lidar com isso». Acrescenta a especialista: «Um planeamento prévio é mesmo importante». Isto porque, diz Zita West, se a mulher estiver em boa «forma mental», o parto será, seguramente, mais fácil.

Por isso: leia, estude e procure esclarecimentos sobre as várias opções de parto. Não espere que a informação lhe caia no colo, não dependa da paciência e da disponibilidade do seu médico e, sobretudo, não adie. Evite pensar que, sobre o parto, «logo se vê». O obstetra do Hospital de S. João Diogo Ayres de Campos defende que o «verdadeiro envolvimento na decisão sobre as intervenções de saúde só funciona quando as grávidas estão bem informadas das alternativas possíveis». O médico recomenda os sites da Cochrane Collaboration (http://www.cochrane.org/reviews/en/subtopics/87.html), «que contém resumos em linguagem simples dos melhores conhecimentos científicos actuais nesta área» e a página «Information for patients» do site do Colégio Inglês de Ginecologia e Obstetrícia (http://www.rcog.org.uk/).

No entanto, estar bem informada não significa, necessariamente, estar bem preparada. Ler todos os tratados de obstetrícia publicados até hoje não é, seguramente, o passaporte para o parto perfeito. Seja selectiva e comedida. Estude, mas relaxe. Questione, mas confie. A igualmente famosa obstetra inglesa Gowri Motha destaca, no livro «Método para um parto suave» (Estrela Polar), o «maior obstáculo» a uma boa experiência de parto: «duvidar de si própria». Escreve a médica: «Acha que vai conseguir? Se a sua resposta imediata for ‘não’, aquilo que tem de enfrentar e ultrapassar não é a química, mas o cepticismo».


2. Não vá às consultas sozinha

Pode parecer complicado, conseguir que o seu parceiro tenha sempre disponibilidade para a acompanhar ao médico, aos exames, às ecografias, às sessões de preparação para o parto. Mas insista, a gravidez não foi inventada para ser vivida apenas pela mulher. Se, por qualquer razão (o emprego, por exemplo), ele não puder mesmo ir, peça à sua mãe, ao seu irmão, à sua melhor amiga.

Frisamos este ponto, não apenas porque é bom partilhar emoções, mas, sobretudo, porque é útil estar mais uma pessoa no consultório. Essa pessoa pode colocar as questões que a grávida não se lembrou – ou não se sentiu à vontade – para colocar. Pode ajudar a desdramatizar a situação se o obstetra falar na necessidade de realizar uma amniocentese. Vestir a capa da racionalidade se os sentimentos tomarem conta do momento. Ou servir de porto seguro se alguma coisa estiver a correr menos bem com a gravidez.

Não faça cerimónia. Peça companhia para ir às consultas pré-natais.


3. Faça perguntas
Há que dizê-lo com frontalidade: mulher grávida é sinónimo de mulher vulnerável. Por mais pós-graduações que tenha, assim que entra no consultório do obstetra e mergulha na rotina de exames, medições e termos complicados, não há estudos que valham. As dúvidas, as inquietações, os medos surgem quase do nada.

Por vezes, a insegurança não permite sequer que a grávida coloque ao médico todas as perguntas que tinha em mente. É normal sentir este desassossego no peito. Mas, por mais ansiosa que esteja, não desista de fazer todas as perguntas que lhe assaltam o espírito. Mesmo aquelas (aparentemente) mais tontas: ‘quanto tempo dura a gravidez?’, ‘o que é uma contracção?’. Familiarize-se com conceitos como rompimento das membranas e episiotomia. Informe-se sobre os riscos e os benefícios da epidural.

Não tome nada como um dado adquirido. Se não perceber as explicações do médico à primeira, peça para ele a aclarar outra vez – não tenha vergonha de o dizer.

Depois de realizar uma ecografia, espere pelo momento em que já está vestida, frente-a-frente com o médico, para dissipar as dúvidas. Desta forma, estará mais atenta e sentir-se-á menos vulnerável.

Se o obstetra lhe propuser uma determinada intervenção (indução do parto, cesariana), tente perceber bem as razões e pergunte se não há procedimentos alternativos. Se lhe for pedido que assine um consentimento informado, leia o documento com atenção, sem pressas. Moral da história: não leve dúvidas para casa.

4. Seja diplomata

Nem sempre é fácil argumentar com um profissional de saúde. Muito menos quando se carrega um filho na barriga. A ansiedade, o medo, a ignorância em relação aos aspectos técnicos toldam o espírito crítico e a grávida acaba, muitas vezes, por dizer sim a tudo. Mesmo quando lhe apetece dizer não. O nosso conselho neste caso é muito simples: seja diplomata. Isto é, procure ser assertiva, sem ser agressiva. Nada de bom virá de um confronto com o seu médico ou com a parteira que a vai assistir na maternidade.

Se não concorda em absoluto com os procedimentos propostos pelos profissionais, procure apresentar uma solução alternativa. Resista à tentação de insistir que está no seu direito, que o parto é seu e que pesquisou exaustivamente sobre tudo. Por exemplo: se o obstetra lhe quer induzir o parto às 41 semanas (prática muito comum actualmente), mas essa não é a sua vontade, decline delicadamente (desde que o bebé esteja bem), sugerindo uma vigilância mais apertada nessa semana.

Ou se não deseja ter estudantes de medicina ou de enfermagem no seu parto, recuse a presença destes profissionais, argumentando que já há hospitais, caso do S. João, no Porto, onde não é permitido estar mais do que um estudante nos quartos de parto. Seja firme, mas serena. Acredite, é o melhor para si e para o seu bebé.

5. Tome as suas próprias decisões

Tomar decisões acerca do parto, «de forma consciente e informada», ajuda as mulheres a sentirem-se mais responsáveis pela sua própria vida. Nas palavras de Luísa Condeço, presidente da Associação Doulas de Portugal, essa atitude pró-activa dá à grávida uma sensação de poder e uma «vontade de crescer». Mesmo que o parto não corra como planeado, mesmo que o desfecho seja o contrário daquilo que se idealizou, «o caminho foi traçado pela mulher». E isso, só por si, é bom.

«Delegar é mais fácil», nota a doula. Dessa forma, «a mulher pode dizer que a culpa de ter tido uma má experiência de parto é dos outros» – do médico, das enfermeiras, dos familiares. Mas escolher é mais benéfico: «A evidência científica prova que quando a mulher tem possibilidade de escolha, e exerce esse poder, o parto decorre de forma mais positiva».
«Tomamos decisões em relação a quase tudo na vida – o marido, o emprego – mas deixamos o parto nas mãos de terceiros. Porquê?», questiona-se Luísa Condeço. A doula recomenda às grávidas que se informem sobre os vários aspectos do nascimento (posição para dar à luz, episiotomia, soro, cesariana, indução do trabalho de parto). Só assim poderão decidir, só assim poderão saber como gostariam de viver «um dos momentos mais transformadores das suas vidas».

Ter poder de decisão não é, contudo, igual a questionar constantemente a palavra do profissional de saúde que acompanha a gravidez ou que assiste o parto, alerta Luísa Condeço. Tem mais a ver com o «processo de descoberta individual do modo como se olha para o parto» do que com confronto de opiniões e ideais.
Um último conselho, acrescenta a doula, talvez o mais importante de todos: nunca é cedo demais para se começar a pensar no parto.

6. Escolha o médico e a maternidade

Não é preciso plantar-se à porta do médico assim que descobre que está grávida. Mas é importante pensar nisso e tentar perceber se o clínico que consulta habitualmente é o médico mais indicado para seguir a sua gravidez. Tem confiança nele? É acessível? É receptivo às dúvidas existenciais próprias de uma grávida? Responde claramente às suas questões? Sente-se à vontade para lhe fazer perguntas...? Depois, a eterna questão: ser seguida no sector público ou no privado?

Se optar pelo público, a vigilância da gravidez ficará a cargo, numa primeira análise, do médico de família. Em caso de necessidade (gravidezes de risco), a mulher é encaminhada para o hospital de referência. O parto poderá depois ser assistido na maternidade ou no hospital que a mulher quiser - um despacho de 2006, assinado pelo então ministro da Saúde, Correia de Campos, consagrou às grávidas o direito de escolherem livremente o local onde desejam ter os seus filhos. Se o sistema privado lhe parece a melhor solução, terá de tentar encontrar um obstetra pelos seus próprios meios. O nosso único conselho é que procure um médico que saiba respeitar a sua vontade e que esteja disponível para as suas inquietações.

Quanto à escolha da maternidade, recomendamos vivamente que tenha uma atitude pró-activa. Visite as instalações, faça perguntas, solicite as estatísticas das cesarianas e dos partos induzidos, peça para ter acesso às condutas da unidade (orientações clínicas para o parto). Ficará a saber, por exemplo, que na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, a episiotomia é efectuada apenas em caso de necessidade e que, por norma, não são oferecidos ao bebé leite artificial e chupetas. Ou que no Hospital de S. João, no Porto, tem à sua disposição uma banheira para poder relaxar durante a dilatação e um quarto livre de intervenções clínicas desnecessárias se desejar ter um parto o menos medicalizado possível.

7. Escreva um plano de parto

Fazer um plano de parto é uma oportunidade para a mulher expressar os seus desejos, chamando si a papel principal durante o nascimento do filho. É sobretudo um pretexto para procurar informação sobre os procedimentos médicos e reflectir sobre eles. «Com o início das dores do trabalho de parto, podem perder-se algumas das capacidades de concentração, discernimento ou poder de transmissão destas ideias, pelo que a listagem prévia tem vantagens óbvias», defende Diogo Ayres de Campos.

No plano de parto, a grávida pode incluir tudo o que achar importante, mas é de bom-senso que o texto seja conciso e se restrinja àquilo que a mulher acha verdadeiramente relevante. Não deve ser visto como uma lista de exigências. Em todos os partos podem ocorrer imprevistos que obrigam a uma mudança de rumo. Se a mulher achar que os profissionais têm a obrigação de cumprir cegamente as medidas por ela enumeradas, podem surgir conflitos, o que prejudica a evolução do trabalho de parto.

A enfermeira do serviço de Obstetrícia do Hospital de S. João, no Porto, Maria de Lurdes Francisco, alerta para a importância de o plano de parto não ser «rígido», sob pena de «não funcionar». Para a profissional, o mais importante é que a mulher procure informação e tome conhecimento das recomendações da Organização Mundial de Saúde para o parto. E que se prepare não apenas para o nascimento, mas sobretudo para a «parentalidade». «E isso inclui a gravidez, o parto e o pós-parto», sublinha.

A par dos médicos, os enfermeiros especialistas em Obstetrícia e Saúde Materna são os profissionais de saúde que mais podem ajudar as mulheres a planear o seu parto. Maria de Lurdes Francisco exorta as grávidas a procurarem estes especialistas nos centros de saúde ou nas unidades de preparação para o parto (públicas e privadas).

8. Escolha um acompanhante para o parto

Não pense nesta questão como estando resolvida à partida. O apoio contínuo de outra pessoa durante o parto é uma das circunstâncias mais determinantes de uma boa experiência. Não por acaso, o Instituto Nacional para a Saúde e Excelência Clínica (NICE), organização britânica de grande importância científica, incluiu este aspecto nas suas recomendações para o parto. Segundo o NICE, a presença e o apoio emocional de outra pessoa durante o parto reduzem os pedidos de analgesia e a probabilidade de o nascimento terminar em cesariana.

É, por isso, fundamental que a pessoa que vai estar ao lado da grávida compreenda exactamente a importância desta missão, defende Luísa Condeço. «Deve saber quais as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto – silêncio, pouca luz, segurança e privacidade – e ter uma noção mínima do que é o nascimento», recomenda a doula. O acompanhante é uma espécie de «guardião» da vontade materna, deve, por isso, ser alguém «em quem a mulher confie incondicionalmente», acrescenta Luísa Condeço.

Se essa pessoa deve ou não ser o pai, a doula aconselha alguma reflexão: «Nem sempre o pai é a pessoa mais preparada, mais serena, e é importante que a mulher tenha ao seu lado alguém que sabe ao que vai». E com quem partilhe uma grande intimidade física: «No parto, não pode haver máscaras. A mulher precisa de se sentir livre para deixar o corpo falar. Se, por alguma razão, não tem esse nível de intimidade com o marido, não deve ter receio de dizer que prefere ter outra pessoa a apoiá-la no parto, como a mãe, a parteira ou uma doula».


9. Não tome decisões antecipadas em relação à epidural
A epidural é o mais método mais eficaz na eliminação da dor durante o parto. Por essa razão, muitas mulheres vão para o nascimento dos filhos com a decisão em relação a esta técnica anestésica já tomada. Para umas, é um sim inquestionável, para outras, um não absoluto. A enfermeira Maria de Lurdes Francisco recomenda alguma reflexão: «Em primeiro lugar, é preciso saber o que é a epidural. Quantas mulheres o sabem, na realidade? Depois é preciso conhecer os riscos para a mãe e para o bebé – há sempre riscos. E por último, é preciso desmistificar alguns medos, como o de não conseguir fazer força na altura da expulsão».

A informação sobre a epidural (efeito, contra-indicações) deve ser recolhida antes do parto, sublinha a especialista, mas a decisão só deve ser tomada na altura do nascimento. Não é possível antecipar a intensidade da dor de parto nem o nível de resistência da parturiente.

Quanto mais inflexível for a intenção da mulher em querer receber uma epidural, menos tolerante será em relação a qualquer sensação dolorosa durante o parto. Isto poderá levar a situações, diz Maria de Lurdes Francisco, em que a primeira coisa a ser exigida assim que chega à maternidade é a epidural. Sem pensar no resto.

O mesmo é válido para as mulheres que têm um sentimento oposto em relação à epidural. Por vezes, há factores que potenciam a dor: posição de parto, ambiente hospitalar, decisão de acelerar o nascimento com fármacos, trabalho de parto longo. Nestes casos, a técnica pode ajudar. O melhor é esperar para ouvir o que diz o corpo.


10. Prepare-se para os imprevistos
Não há dois partos iguais, costuma ouvir-se da boca de médicos e parteiras. E é bem verdade. Todos os nascimentos são imprevisíveis e podem terminar de uma forma muito diferente daquela que se idealizou. Embora seja essencial pensar no parto antecipadamente, planeá-lo, imaginá-lo, é importante que a grávida saiba que os imprevistos acontecem. E que, quando a experiência termina de uma forma radicalmente oposta à desejada, ela não falhou. Aconteceu.

Se treme só de pensar na possibilidade de o seu parto acabar em cesariana, aceite, mais uma vez, o nosso conselho: procure ter sempre um papel activo durante o parto (é para isso que tem lá o seu embaixador, lembra-se?). Desta forma, a decisão da cirurgia não será só do médico, mas sua também. E isso, garantimos, diminui a sensação de desapontamento.


Um último apelo:

se possível, deixe de trabalhar cedo. Vá para casa sonhar com o seu bebé, fazer bolos, dobrar roupinhas, preparar-se. Gravidez não é doença, dir-lhe-ão. Pois não. Mas é um estado físico e emocional incomparável, responda-lhes. Boa viagem.


Fonte: .paisefilhos.pt
Agora que se aproxima o grande dia, deixo aqui umas dicas para os papás inexperientes como eu, para o momento que tanto sonhamos, o nascimento do bebé… e a mamã agradece.

Mantenha-se calmo.
Durante o curso de preparação, você se familiarizou com todas as possibilidades e percebeu que não há necessidade de correr. Portanto, você pode relaxar. A hora finalmente chegou e está tudo sob controle.

Controle as contrações.
O médico gostará de saber a freqüência das contrações para determinar a hora da internação.

Leve-a sozinho à maternidade.
Você se sentirá mais à vontade e ela também. Avise a família somente quando o bebê estiver quase nascendo, evitando os palpites, mas sem impedir que participem da alegria do nascimento.

Esteja atento.
Coloque uma música relaxante, faça uma massagem suave nos intervalos das contrações, ajude-a a encontrar a melhor posição, leve-a para passear no corredor, faça a respiração com ela.

Entre na sala de parto.
Coloque a roupa esterilizada, lave as mãos até o cotovelo, tire o relógio e permaneça ao seu lado até o nascimento.

Corte o cordão umbilical.
Você vai adorar inaugurar esta nova vida, possibilitar a autonomia de seu filho, desligando-o fisicamente de sua mulher.

Fique junto de seu filho.
Sua mulher ficará mais tranqüila se você ficar com o bebê. Acompanhe o pediatra para saber o peso, o comprimento, as notas da Escala de Apgar e o resultado dos testes, levando-o, logo após, para junto da nova mamãe.

Dê o primeiro banho.
Você ficará surpreso de ver como é simples e agradável. Seu bebê vai adorar, relaxar e até ... sorrir!!!

Limite as visitas.
Visita é bom, mas tem limite. Não deixe que fique muita gente no quarto, nem até muito tarde. A tranqüilidade da mãe e do bebê é mais importante que o receio de magoar as visitas.

Passe a noite na maternidade.
Esta primeira noite é muito importante. Não deixe sua sogra ocupar seu lugar. Você é o pai e é muito capacitado para cuidar de sua mulher e de seu filho, com a assessoria da enfermagem.


Fonte: www.pcg.com.br
A chegada dum bebé muda e vida. Prepara-se! Pois a minha já esta a mudar


Não é uma descoberta para muita gente, mas… para alem do “cliché” emocional que provoca um nascimento, o bebé vai instalar-se em nossa casa, vai virar tudo de pernas para o ar… o seu quotidiano, os seus hábitos, a sua organização e o orçamento familiar! Mais vale preparar-se, ter em conta as limitações materiais e estar bem equipada… para acolher o bebé nas melhores condições! Assim penso eu… como o ditado diz, mais fale sobrar do que faltar…

Para isso, lembre-se destes 2 ou 3 conselhos. Que penso que seja muito útil
Existem as coisas sem as quais podemos passar. o inicio da chegada do bebé trata-se de não encher demasiado a casa inutilmente e de economizar em algumas despesas, o que não calha nada mal para os novos pais como eu.
Todos nos queremos oferecer o melhor para o bebé. Este desejo é, de facto, legítimo. Se tem um orçamento ilimitado, acima de tudo o bebé, necessidade de amor, de carinho e de atenção.
- As «listas de compras» que elaborei têm então o essencial. Elas são para os primeiros meses do bebé. E, para lhe simplificar a vida, organizámo-las em torno dos momentos chave do dia.

O primeiro enxoval…
- 7 Bodies de mangas curtas ou de mangas compridas.
- 5 Camisolinhas.
- 4/5 Pares de meias.
- 10 Babygrows (pijamas) fáceis de vestir ou despir o bebé, sem ter de o movimentar muito.
- 2 Pequenos gorros.
- 2 Conjuntos completos: calças + casaco com botões ou molas de pressão.
- Um ninho transformável que pode usar como edredão e como macacão.
- 1 Manta em polar ou em algodão para aconchegar o bebé.

Claro que tudo isto é um conselho que transmito no bom senso, porque na realidade essas compras tornam curtas quando deparamos que existe imensas roupas e endereços no mercado e reparamos que todas elas podem fazer falta, comigo pode estar a acontecer,a mãe não resiste a um conjunto lindo…claro que este artigo foi escrito por existir um estudo aprofundado, por tal como já o ditei, tal como muitos sou um novato na experiencia de ser pai.


Por esse motivo coloco este artigo para quem quer ter mais juízo na hora das compras… porque eu não estou a ter…